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Dica musical: “Fifteen Years” do The Early November (2017)

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Vocês não tem noção da novela que foi escrever a dica para esse álbum. Escrevi a primeira vez umas duas semanas depois de ouvi-lo a primeira vez (assim que o álbum saiu, ou seja, em Janeiro desse ano), mas acabei perdendo esse post não me lembro exatamente como. Algumas semanas depois, com a animação restaurada, escrevi ele novamente, salvei na minha pasta de posts para postá-lo numa data futura, porém, o meu HD queimou e perdi esse post também. Finalmente estou reescrevendo essa dica, dessa vez já programando-a para ser lançada numa data futura (sim, essa dica foi escrita há algumas semanas já), porque esse álbum tem que ser indicado, não tem como.

“Fifteen Years” é o 5º álbum de estúdio da banda e o seu primeiro álbum acústico, compilando todas as principais músicas que a banda lançou nesses 15 anos de estrada, contados a partir da formação principal lá em 2002 e que perdura até hoje.

Este é um álbum interessante, contém 15 músicas, muito bem escolhidas, representantes de todos os momentos da banda e não são apenas singles, mas também se encontram aqui canções que nunca fizeram tanto sucesso, talvez pelo fato de sua fanbase ter mudado bastante desde o seu retorno de hiato em 2012, talvez pelo fato da própria banda ter mudado e essas músicas representarem hoje mais do que representavam antes.

Esse lançamento acaba tendo um forte apelo tanto para velhos fãs quanto novos. Os velhos irão se deleitar com os novos toques dados à antigas canções, adaptadas não só para uma versão acústica, como para uma nova fase em que a banda se encontra, Ace Enders nunca esteve tão bem, com uma voz mais madura e potente, sem os falsetes característicos de um adolescente e que dá novo fôlego para cada uma das antigas canções. Os novos, como eu, irão gostar de ouvir antigas canções e conhecer essa faceta pouco explorada atualmente da banda, como o CD triplo experimental e conceitual lançado em 2006, “The Mother, the Mechanic, and the Path”.

No lado instrumental há pouca diversidade, é apenas violão e a voz do vocalista, Ace Enders, com raras aparições de instrumentos de percussão e elétricos, apenas para dar aquele toque de sofisticação às melodias, expandindo a atmosfera que a canção quer passar, ficando difícil dizer se a versão acústica é melhor que a versão de estúdio.

Em suma, “Fifteen Years” te faz ter orgulho de ser fã de uma banda que soube crescer e se renovar, mantendo-se fiel ao seu projeto inicial.

4 pontos e meio

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