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Dica gamística: Pokemon Omega Ruby & Alpha Saphire

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Enfim, estou jogando Pokemon Omega Ruby desde o ano passado e, finalmente, decidi fazer uma dica deste jogo no blog, que o remake da bem sucedida terceira geração de jogos Pokémon (que inclui o Pokémon Ruby, Saphire e Emerald). Para mim, a última geração que vale a pena dos jogos Pokémon.

Como um remake, esse jogo impressiona, sendo melhor ainda que X e Y, que se sustentavam como um dos melhores jogos da franquia, apenas pelas suas inovações, mantidas nesses jogos.

A história é a mesma dos jogos originais, que por fim é a mesma de todos os outros jogos da série, com a diferença de que aqui você chega em uma cidade pequena, vindo de outro continente, Johto, criando uma relação com a geração anterior, mas não tão bem feita como na segunda geração. No entanto, temos muita surpresas aqui, como um novo arco de histórias no pós-game, que não existe nos jogos originais, mas perdemos a Battle Frontier, algo que tinha nos jogos originais da terceira geração e era aguardada com grande expectativa pelos fãs.

Outra mudança, ou melhor, mudanças, são os novos sistemas que incrementam a experiência de jogo, como o sistema de localização de pokémon, o sistema de aproximação furtiva, o sistema d ebatalhas incrementado (agora além dos treinadores encontrados ao longo da jornada buscarem revanche, sua IA permite que seus pokémon evoluam de batalha em batalha, criando oponentes cada vez mais fortes e para sempre disponíveis), as bases secretas, a habilidade “planar” dos lendários Latios e Latias, que pode ser utilizada independentemente da presença deles ou não no seu time, enfim… São tantas novidades, que você se pega mais interessado em explorá-las do que em coletar insígnias de ginásios, objetivo que acaba ficando em segundo plano mesmo, já que é dada uma atenção ainda maior aos pokémon lendários, como Kyogre e Groundon, cercados de “mistérios” (que não são realmente já que sabemos o que eles podem ou não fazer e o que vai acontecer com eles).

Por falar em lendários, uma penca deles está disponível para ser capturada no jogo, como Ho-oh, Lugia, Deoxis, Reshiram, Azelf, enfim… uma penca deles, em locais específicos de Hoenn, às vezes, horários também. Algo que só incremente ainda mais a experiência positiva com o game.

Mas claro, estamos falando de um jogo da Nintendo, então ele não pode ser perfeito, muito menos para brasileiros. Se você quiser capturar Latios e Latias (os dois), você precisa de um ticket especial que só é distribuído em lojas certificadas pela Nintendo ou através do maldito Street Pass (uma funcionalidade brilhante e que funciona muito bem em locais onde a Nintendo quer construir um público, mas num local como o Brasil? Esquece…).

Também é possível notar que o jogo foi feito para um hardware mais potente que o do Nintendo 3DS, pois é notável a presença de lags em determinados momentos de jogos, como nas batalhas rotatórias, e isso desconectado da internet.

É interessante notar que os jogos de Pokémon estão abandonando a mesmice cansativa e inovando, para melhor, adicionando recursos interessantes que incrementam a experiência de jogo, aproximando a Nintendo ainda mais de seus contemporâneos.

Enfim, Pokémon ORAS consegue entrar facilmente no topo dos jogos Pokémon, ao lado dos outros remakes Heartgold/Soulsilver e Firered/Leafgreen, um lugar que não é conquistado apenas com inovações tecnológicas, mas com inovações úteis dentro do jogo.

5 pontos

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